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30 de set. de 2012

Pacto pela cultura


No dia dois de outubro, terça-feira, às 20:30 h, Márcia Lia, candidata à prefeita e Gabriela Palombo, candidata à vereadora, irão se reunir com a classe artística – fomentadores, simpatizantes e trabalhadores – para firmar um compromisso que já faz parte dos ideais das duas candidatas.
Nesse espaço aberto para a democracia, os presentes poderão debater, questionar, se manifestar e conhecer os compromissos para uma verdadeira e democrática Política Cultural em Araraquara, quer seja nas políticas que envolvem diretamente os artistas, como mais oportunidades de manifestação, restauração, ocupação e criação de novos espaços públicos, descentralização, reconhecimento e respeito à diversidade cultural, ou mesmo buscando parcerias com a iniciativa privada e com os governos estaduais e federal.
Valorizar a cultura no seu mais amplo sentido, entendendo a contribuição inestimável que a classe artística emprega na melhoria da qualidade de vida dos cidadãos, proporcionando às crianças, aos jovens, aos idosos, às mulheres e a todos sem distinção, de bairro, credo, raça ou preferências, oportunidades para se manifestar de maneira civilizada e democrática.
Venha fazer parte dessa mesa redonda e se pronunciar, contribuindo com suas opiniões e anseios, para que a liberdade e a arte possam se integrar determinantemente à cultura e à educação de Araraquara.
Serviço: Pacto pela Cultura
Dia 02 de outubro de 2012, terça-feira, às 20:30 h.
Av. José Parisi, 374 – Em frente ao Clube Estrela
Vila Velosa
(16) 3461-8808 / 9717-2732

17 de set. de 2012

Memorias-Fotos antigas de Araraquara (Parte 3)

Foto tirada em 1915 na antiga Av 1, mais tarde  Av Brasil com a continuação da Rua São Bento( Rua Maria Janasi Biagione)

Estação Rodoviária

Fórum em 1978

Estadio da Fonte

Estadio Municipal

Hotel Eldorado "Morada do Sol"=1978

Fonte: Google imagens antigas de Araraquara

11 de ago. de 2012

Parabéns Araraquara - Subsede da Copa do Mundo 2014. E agora?

Foto: Google

Publicado Por Gabriela Palombo em 09 de Agosto de 2012

Escolhida entre 181 municípios do Brasil que se inscreveram para ser subsede da Copa do Mundo de Futebol em 2014, a cidade está de parabéns, principalmente pelo empenho, dedicação e liderança exercida pelo Deputado Estadual Edinho Silva, que não mediu esforços para que esse grande evento fosse realizado na cidade.
Agora, após o credenciamento, Araraquara precisa pensar na sua infra-estrutura, que envolve muito mais que o local onde abrigará a delegação que, talvez, escolha ficar aqui, ou mesmo o trajeto que ela fará, ou ainda, se o centro de treinamento está preparado.
Diretamente ligada a essa questão, estão as demandas para atender um grande afluxo de pessoas, que normalmente acompanham esses eventos e seus times. Não será só o atendimento a essa equipe, mas todas as pessoas da região e fora dela que deverão vir à cidade para acompanhar o evento, e, principalmente, como isso deverá afetar a vida das pessoas que residem em Araraquara.

Estruturas de caráter físico:
Arena da Fonte: O Estádio que teve sua construção iniciada no governo Edinho, e que, posteriormente, não seguiu o projeto original, ainda precisa de ajustes na sua segurança, como as saídas de emergência, insuficientes e não aprovadas pelas autoridades competentes (Corpo de Bombeiros e CREA). Deve passar por nova fiscalização e reformas necessárias a um evento desse porte.
Os governos, federal e estadual, deverão liberar verbas para essas reformas e da infra-estrutura em geral. Esse aporte deverá ser fiscalizado para sua real aplicação.

Trânsito e Transportes: O transporte público em Araraquara é totalmente carente e as vias públicas já não atendem as necessidades, colocando em risco veículos e, principalmente, pedestres.
A cidade é uma das que mais possui veículos no país (automóveis e motos). Obras deverão ser planejadas e projetadas, sem tentativas errôneas, como aconteceu na rotatória das Roseiras, para que o fluxo de veículos, que aumentará consideravelmente, não apresente grandes engarrafamentos.
A rodoviária necessita urgente de reformas para melhor recepcionar os usuários que chegarão e sairão da cidade.
O aeroporto ainda está longe de atender vôos “domésticos”, sem estrutura de chegada, permanência e saída de passageiros, como a construção de banheiros, restaurantes, lanchonetes, áreas de espera, central de policiamento, central de informações e atendimento médico e ambulatorial.
O terminal de integração, já obsoleto e sem condições de atender ao fluxo, assim como, toda a rede de transporte público precisa sofrer mudanças nos seus itinerários, horários e possível aumento da frota.

Acessibilidade: Todas as obras, edifícios, vias públicas e de infra-estrutura deverão ser contempladas com acesso a portadores de necessidades especiais, tais como, transporte especializado, rebaixamento de guias e pessoas treinadas para atender esse tipo de necessidade.

Saneamento básico: Estudo da capacidade de consumo e vazão da estrutura da rede de água e esgoto. Análise da coleta e tratamento dos resíduos com atenção à poluição que os mesmos poderão causar.

Eletricidade e iluminação: Atenção às redes de eletricidade e sistemas de iluminação. Verificação da necessidade da demanda e ampliação dessas redes.

Saúde: Os atendimentos de urgência e emergência devem ser mais bem equipados, com novas ambulâncias UTIs, e centros de atendimento, contratação de médicos, enfermeiros e profissionais da saúde, com bases instaladas na Arena da Fonte, na rodoviária, aeroporto e terminal de integração.

Hotéis: Os leitos disponíveis são insuficientes para atender a demanda, principalmente no caso da vinda de uma grande delegação.

Segurança: Estudo sobre o policiamento existente, humano e material. Treinamento de policiais, formação de novo contingente e compra de equipamentos e viaturas.
Ampliação do poder de atendimento do Corpo de Bombeiros para os mais diversos sinistros.

Estruturas de caráter social:

Economia Criativa: Incentivar, paralelamente, à realização de eventos como shows musicais, exposições, mostra de teatro, cinema, feira do livro, voltados ou não ao futebol e ao esporte, e outras manifestações artísticas e culturais.
Abrir debates em conjunto com os sindicatos do comércio para a organização do comércio ambulante e fomento das iniciativas de empreendimentos solidários, para que seja compatível com o nível social e qualidade almejados, estimulando assim o empreendedorismo criativo a diversidade cultural, a sustentabilidade, a inclusão social e a inovação.

Capacitação: Em parcerias com o SESI, SENAC, SENAI, SESC e universidades locais deverão ser criados cursos de capacitação para adultos e jovens, pois, para estes será grande a chance do primeiro emprego.

Turismo: Pontos de visitação turística com pessoas treinadas para atender os visitantes, tais como, Parque do Basalto, e Pinheirinho, que atualmente é pouco usado pela população local e necessita de reformas e maior segurança.
Centrais de informação nos locais públicos com atendentes capacitados a fornecer quaisquer tipos de informações.
Número de telefone amplamente divulgado para assessorar os visitantes e moradores locais nas suas mais diversas necessidades.

Jovem: Com o grande volume de visitantes, deverá aumentar significativamente o tráfico de drogas, que buscará arregimentar jovens para promover a distribuição e venda e, consequentemente, o aumento da criminalidade. Há que se criar lazer paralelo ao evento, aproveitando a euforia que o esporte causa na população.

Mulher: Importante trabalhar na prevenção à prostituição, adulta ou infantil, que como é de conhecimento geral, visitantes do exterior têm sua atenção voltada a essa degradante exploração.

Necessário é que o investimento em obras de infra-estrutura sirva à pós-funcionalidade, ou seja, todo o recurso aplicado para a recepção de um evento desse porte possa melhorar a qualidade de vida do cidadão araraquarense.

* Gabriela Palombo nasceu em Araraquara. Cursou História e Ciências Sociais na UNESP. Filiou-se ao Partido dos Trabalhadores em 2005. Em 2007 foi convidada pelo prefeito Edinho Silva para trabalhar no Orçamento Participativo e na Assessoria da Juventude do PT. Foi assessora do deputado federal Arlindo Chinaglia.
Gabriela tem forte atuação nos espaços ligados às mulheres, à juventude e à cultura. Foi eleita para representar Araraquara na Conferência Nacional de Cultura. Como conselheira de Cultura, denunciou irregularidades na Fundart. Gabriela Palombo é candidata a vereadora. Tem experiência. Uma política nova se faz com novas idéias e novas posturas!

9 de ago. de 2012

6 de ago. de 2012

Memorias= "Fernanda Venturini"

Fernanda Porto Venturini (Araraquara, 24 de outubro de 1970) é uma jogadora de voleibol do Brasil, considerada uma das maiores levantadoras da história deste esporte.


Características

Desde que começou a atuar internacionalmente, Fernanda Venturini destacou-se por suas incríveis habilidades individuais e visão de conjunto, características essenciais para o desempenho da função de levantadora. Ela foi, durante os anos 90, um elemento-chave para a estratégia tática desenhada pelo treinador Bernardo Rezende, que consistia em compensar o menor potencial físico das atletas brasileiras imprimindo maior velocidade e variação de jogadas.
Fernanda é considerada uma das melhores levantadoras de toda a história do voleibol. Seu talento ímpar foi reconhecido através de inúmeros prêmios individuais recebidos em campeonatos importantes, e a atleta foi a única brasileira entre as quatro finalistas para a escolha da melhor jogadora de vôlei do século XX, prêmio dado pela Federação Internacional de Vôlei (FIVB) em 2000. Ela concorreu com Regla Torres (atacante de Cuba, tricampeã olímpica), Lang Ping (estrela da seleção da China nos anos 80) e a russaInna Ryskal (integrante da seleção da então União Soviética no período de 1964 a 1976).
Fernanda começou a praticar voleibol aos onze anos, por indicação médica, para corrigir um problema de escoliose. Em 1984, estréia competindo pela Sociedade Recreativa e de Esportes de Ribeirão Preto. Em 1987, sagrou-se campeã mundial pela primeira vez em Seul, Coreia do Sul. Em 1988, como atacante disputou as Olimpíadas de Seul, na posição de ponteira-passadora. Após o sexto lugar em 1988, devido à sua técnica apurada, habilidade e precisão nos fundamentos foi convencida a mudar de posição e aceitou o desafio de atuar armando as jogadas do time. Em 1989, torna-se bicampeã mundial em Lima,Peru, derrotando Cuba na final já na função de levantadora. Nos Jogos Olímpicos de Barcelona ficou em quarto lugar.
Conquistou seu primeiro título sob o comando de Bernardo Rezende no Grand Prix de 1994,além de receber o prêmio de melhor levantadora. Na era Bernardinho ainda conquistou: três pratas no Campeonato Mundial de 1994, no Grand Prix de 1995 e na Copa do Mundo de 1995; o bronze nos Jogos Olímpicos de Atlanta, além de uma segunda medalha de ouro no Grand Prix de 1996.
Em 1998, Fernanda decidiu não disputar o Grand Prix, porém retornou no segundo semestre para a disputa do Campeonato Mundial no qual o Brasil entrava como franco favorito para a medalha de ouro. A equipe, todavia, não se apresentou bem, e terminou a competição apenas com o quarto lugar. Ao final da disputa, Fernanda anunciou sua aposentadoria da seleção, mas continuou jogando em clubes. Depois de conquistar o vice-campeonato nacional jogando pelo Club de Regatas Vasco da Gama, ficou dezoito meses sem jogar, período em que deu à luz Júlia, sua filha com o técnico Bernardinho.
Em 2002, contudo, foi convencida pelo técnico José Roberto Guimarães a buscar mais um título da Superliga e a voltar para a seleção, voltou a integrar a equipe a pedido do técnico. No retorno, estava em plena forma, com 2,5 kg a menos do que apresentava antes do afastamento e afiada na parte técnica. Tanto que não apenas conquistou mais um título da Superliga, como foi eleita a melhor levantadora e a melhor jogadora da competição. Fernanda, então, liderou o Brasil na conquista da medalha de prata na Copa do Mundo de 2003 e do título do Grand Prix do ano seguinte.
Fernanda despediu-se pela segunda vez da seleção após as Olimpíadas de Atenas, quando a equipe brasileira deixou escapar uma vitória praticamente assegurada na semifinal contra a Rússia e terminou a competição em um inesperado quarto lugar. Aposentou-se em 30 de abril de 2006, após a vitória doRexona-Ades na final da Superliga, que lhe garantiu o 12º título do campeonato nacional.
Fonte:

27 de jul. de 2012

Memorias-Fotos antigas de Araraquara

 Residência do major Carvalho Filho, projetada pelo engenheiro Alexandre Marcondes, em 1917


O antigo Teatro Municipal construído em 1914 para 1064 lugares. Foi demolido em 1966 para dar lugar onde é hoje a Prefeitura Municipal de Araraquara.

26 de jul. de 2012

Tenho o prazer de convidar para o lançamento da minha campanha

Lançamento da minha campanha
dia 28/07/2012
Estancia Uirapuru
Rua Mauricio Galli, 1142-Jd Imperador
Araraquara-SP
Informações (16) 3461-8808

17 de jul. de 2012

Memorias= Quem foi Carmo de Souza (Rosa Branca)?


Carmo de Sousa (Araraquara, 19 de julho de 1940 — São Paulo, 22 de dezembro de 2008) foi um jogador de basquetebrasileiro, mais conhecido como Rosa Branca, era formado em Educação Física na cidade de São Carlos, na antiga "Escola Superior de Educação Física de São Carlos", hoje curso vinculado a UFSCar. Ele era diretor da Federação Paulista de Basketball e estava aposentado pelo SESC, onde trabalhou entre1975 a 2003, como técnico da programação esportiva. Morreu aos 68 anos em decorrência da complicação de uma pneumonia.
Ele foi jogador da seleção brasileira, defendendo suas cores por 12 anos e atuando em todas as posições: pivô, ala e armador.
Conquistou o bicampeonato mundial pelo Brasil, no Chile em 1959, e no Brasil, em 1963, além de duas medalhas de bronze nos Jogos Olímpicos de Roma (1960) e em Tóquio (1964). Foi também tetracampeão sul-americano e medalha de prata e bronze nos jogos pan-americanos.
Sua carreira começou no "Nosso Clube de Cestobol" de Araraquara, mas só passou a alcançar exito jogando magnificamente pelo São Carlos Clube onde foi "Campeão Paulista do Interior" e "Vice-campeão Paulista" em 1956, onde jogou até 1958.
Em 29 de outubro de 1958, transferiu-se para o Palmeiras, onde continuou com grandes exibições e conquistas, posteriormente passou pelo Juventus, e encerrou a carreira jogando pelo Corinthians, em 1971.

Títulos:

Fonte;

12 de jul. de 2012

Memorias= Que é Antônio de Oliveira Filho?


Antônio de Oliveira Filho, mais conhecido como Careca (Araraquara, 5 de outubro de 1960), é um ex-futebolistabrasileiro que atuava como atacante. Atualmente é comentarista esportivo da RedeTV.
A razão do seu apelido é que ele era fã do palhaço Carequinha.
Careca começou sua história em Araraquara, no interior de São Paulo, sua cidade natal. Da geração de Lavinho, Carlos Henrique, Peligão, e tantos outros nomes de respeito no futebol amador de sua cidade, foi ganhando respeito por sua qualidade acima da média em fazer gols.
Logo chamou atenção dos grandes de São Paulo, e foi aí que iniciou sua carreira. O Guarani, de Campinas em 1978, abriu as portas para o atacante. Foi campeão brasileiro no mesmo ano, tendo marcado o gol do título.[1] Com sua velocidade e sua habilidade de finalização, rapidamente firmou-se como um dos melhores jovens artilheiros do país. Foi contratado pelo São Paulo em 1983 para substituir Serginho Chulapa, após ter se recuperado de uma contusão que o fez perder a Copa do Mundo de 1982, na Espanha.
Foi durante a Copa do Mundo de 1986, no México, que Careca realmente se estabeleceu no futebol mundial. Ele terminou o torneio, durante o qual o Brasil foi eliminado pela França nas quartas-de-final, com cinco gols, colocando-o em segundo no ranking da Chuteira de Ouro, atrás de Gary Lineker, da Inglaterra, com seis. Também durante 1986, Careca liderou o São Paulo na conquista do Brasileiro, batendo seu antigo clube, o Guarani, na final — e marcando o gol que levou a decisão para a disputa de penalidades. Com vinte e cinco gols, foi artilheiro e eleito o melhor jogador do campeonato.
Em 1987, depois de cento e noventa e um jogos e cento e quinze gols pelo São Paulo, foi contratado pelo então campeão italiano Napoli, onde foi companheiro de Maradona. O time já o cobiçava desde 1979, quando seu então treinador, o brasileiro Luís Vinícius de Menezes, disse estar entusiasmado pelo atacante, que ainda defendia o Guarani.[2] Na primeira temporada no Napoli não teve sucesso, apesar de seus treze gols: o time foi batido na primeira fase da Copa dos Campeões pelo Real Madrid e perdeu o título italiano nos últimos jogos da temporada. Contudo, o ano seguinte foi muito melhor. O time ganhou a Copa da UEFA, com Careca fazendo um gol na final, e terminou em segundo na Série Ado italiano. Em 1990, finalmente Careca ganhou o scudetto com o Napoli, no que acabou por ser efetivamente a última temporada de Maradona com o clube (ele foi suspenso por quinze meses por ter sido pego em um exame antidoping). Careca ficaria ainda mais três anos com o Napoli, estabelecendo parceria com Gianfranco Zola, mas o Napoli não conseguiria ganhar mais nenhum troféu.
Em 1993 Careca deixou a Itália para jogar pelo Kashiwa Reysol, novo time japonês da J. League. Ficou quatro anos com o time e ajudou-o a subir à primeira divisão do campeonato em 1994. Depois se transferiu para o Santos, seu clube do coração, onde defendeu o clube em apenas nove jogos (com dois gols), no Campeonato Paulista de 1997.[3] . Em 1999, o jogador transferiu-se para o São José de Porto Alegre, onde disputou algumas partidas no Campeonato Gaúcho

Fonte:

8 de jul. de 2012

Memorias= Quem foi "Herbert Richers"


Herbert Richers (Araraquara, São Paulo, 11 de março de 1923 — Rio de Janeiro, 20 de novembro de 2009) foi um produtor de cinema e empresário brasileiro. Radicado no Rio de Janeiro desde 1942, fundou oito anos mais tarde a empresa homônima Herbert Richers, que começou no ramo de distribuição de filmes e depois se tornou o principal estúdio de dublagem da América Latina.
A empresa Herbert Richers foi uma das pioneiras da dublagem no Brasil. Possuía os maiores estúdios de dublagem da América Latina com mais de 10 mil m².
Herbert Richers foi um produtor de cinema das antigas produções da Atlantida, por volta da década de 1950. No início desta época, ele fundou a empresa que leva seu nome, no bairro da Usina, zona Norte do Rio de Janeiro, onde passou, além de produzir, fazer distribuições de filmes para serem exibidos nos cinemas.
Conhecedor dos estúdios de Hollywood, ele transitava nos estúdios Walt Disney, de quem era amigo, e sua amizade com ele o levou a conhecer o sistema de dublagens, já muito difundida em Hollywood. Trazendo de lá o conhecimento adquirido da dublagem como hoje se conhece, que passou a ser aplicado nos filmes exibidos na TV, resolvendo o grande problema das legendas, quase ilegíveis para a tecnologia da época.
Abaixo um videos das dublagens de Herbert com certeza já ouviu muitas vezes essa voz maravilhosa.




5 de jul. de 2012

Memorias=Quem foi "Luiz Antônio Martinez Corrêa"


Em 1988 a Casa da Cultura de Araraquara recebeu o nome de Luiz Antônio Martinez Corrêa, mas poucos sabem de fato quem foi esse ilustre ator e diretor teatral.
Um araraquarense nascido no dia 24 de Junho de 1950, trabalhou como ator, diretor, cenógrafo e tradutor no teatro amador. Em 1970, muda-se para São Paulo, onde estreia profissionalmente, em 1972, como ator e assistente de direção em "Gracias, Señor, criação coletiva", e "As Três Irmãs",de Anton Tchekhov, ambos no Teatro Oficina, sob a direção de Jose Celso Martinez Corrêa.
Funda o Grupo Pão e Circo, onde realiza sua primeira direção, "O Casamento do Pequeno Burguês, de Bertolt Brecht, 1972, encenação que lhe vale o Prêmio Revelação da Associação Paulista de Críticos de Artes(APCA). Em 1978 com a dissolução do grupo, Luiz Antônio , parte para o trabalho individual e, em 1978, dirige "Ópera do Malandro", de Chico Buarque, com Marieta Severo, Elba Ramalho, Ary Fontoura, Maria Alice Vergueiro, Otávio Augusto, entre outros.
No espetáculo seguinte "O Percevejo", de Vladímir Maiakóvski, com um roteiro escrito a doze mãos-entre elas, Guel e Mauricio Arraes, músicas de Caetano Veloso e cenários de Helio Eichbauer, o espetáculo investe na integração entre linguagens-teatro, cinema e dança- e é premiado com o Troféu Mambembe de melhor diretor de 1981. O Percevejo participa dos festivais internacionais de Lyon e de Caen, sendo apresentado também em Paris.
Entre 1983 a 1986, Luiz Antônio é professor da Casa das Artes de Laranjeiras, a CAL, e também da Universidade do Rio de Janeiro, Uni-Rio.
Em 1987, morre brutalmente assassinado com 80 facadas na véspera de Natal em seu apartamento, motivo e intolerância e preconceito com relação a sua homossexualidade.

Direção:
  • 1972- O Casamento do Pequeno Burguês, de Bertold Brecht
  • 1972- The Brazilian Ridicolours Sound, Teatro Oficina
  • 1975- Simbad, o Marujo, Grupo Pão e Circo
  • 1975- Titus Andronicus, de William Shakespeare
  • 1976- Sai de Mim Tinhoso, de Bertold Brecht
  • 1981- O Percevejo, de Vladimir Maiakóvski
  • 1982- Leonce e Lena, de Georg Büchner
  • 1985- Theatro Musical Brazileiro - Parte I (1860/1914)
  • 1985- Ubu, de Alfred Jarry
  • 1986- Mahagonny, de Bertold Brecht e Kurt Weill
  • 1986- A Disputa, de Marivaux
  • 1987- Theatro Musical Brazileiro - Parte II (1914/1945)
  • 1987- Taniko, o Rito do Vale, de Zenchiku
Interpretação
  • 1972- Gracias, Señor
  • 1972- O Casamento do Pequeno Burguês
  • 1972- As Três Irmãs
  • 1987- Theatro Musical Brazileiro - Parte II (1914/1945)

Fontes Pesquisa: