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3 de out. de 2012
6 de jul. de 2012
Gabriela Palombo 13613: Propostas e Prioridades. Tema hoje é Juventude
Olá, amig@s do Se Liga, Araraquara!
A partir de hoje até 07 de outubro estamos oficialmente no período eleitoral para as eleições municipais. Elegeremos prefeitos e prefeitas, vereadores e vereadoras.
Como é de conhecimento de tod@s, sou candidata a vereadora na cidade de Araraquara.
Pra mim, as redes sociais e a internet como um todo serão uma ótima ferramenta para que os eleitores conheçam melhor os candidatos, acompanhem o dia-a-dia das campanhas e também fiscalizem as irregularidades. Além disso, a campanha na internet é mais barata e menos agressiva ao meio ambiente.
Até que o site da campanha esteja liberado apresentarei aqui no Blog, em linhas gerais, minhas prioridades e propostas como candidata. O site nos permitirá maior interação e dinamismo, assim que estiver pronto postarei o link pra vocês aqui.
Minhas prioridades nessa campanha são: Juventude, Mulheres, Cultura e Economia Criativa da Cultura, Sustentabilidade e Participação com Controle Social.
Hoje começaremos com a Juventude.
“Não subestimem a minha geração” Criolo
Em relação aos jovens araraquarenses tenho duas grandes preocupações: trabalho decente e combate às drogas, em especial o crack.
1.1 Juventude e Trabalho: Grande parte de nossos jovens, principalmente com baixa escolaridade e qualificação profissional, enfrentam o drama do sub-emprego, onde os direitos trabalhistas são desrespeitados e a falta de perspectivas de ascensão social na carreira traz todas as formas de insegurança. Não podemos permitir que o crime organizado continue cooptando nossos jovens para o tráfico, não podemos permitir que seus sonhos sejam mortos ainda na adolescência.
1.2 Juventude e Drogas: Acredito que a elevação de dependentes químicos, principalmente do crack, tenha uma relação direta com uma vida de exclusão, miséria e desestrutura familiar. Assim, mais do que a repressão policial no combate às drogas, é preciso investimentos em educação e oportunidades de trabalho dignas que inspirem e motivem os Jovens em Araraquara para uma vida saudável e plena.
Propostas: Para evitar que os jovens continuem sendo explorados por empregadores irresponsáveis, é preciso que haja FISCALIZAÇÃO dos direitos e das condições de trabalho oferecidas. Proponho, se eleita, criar uma Comissão Técnica de Trabalho na Câmara Municipal que envolva representantes de Sindicatos patronais e de empregados, do Ministério do Trabalho, da Comissão de Direitos Humanos da OAB, da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e de entidades representativas da Juventude. Por meio dessa Comissão será possível acompanhar, fiscalizar e mediar soluções entre as partes interessadas, de forma coletiva e sem hierarquia. A Juventude poderá contar comigo para defender seus direitos e sua dignidade!
Propostas: no que se refere ao Crack, é preciso atuar em duas frentes: na prevenção e no tratamento.
No que se refere ao tratamento, proponho que o município, por meio de parcerias com os governos estadual e federal, além de entidades afins, crie um programa permanente de tratamento à dependência química, incluindo vagas para mulheres, com enfoque no tratamento com redução de danos. Proponho ainda que os jovens em tratamento tenham prioridades em cotas nos cursos profissionalizantes e que a Cultura e o Esporte sejam meios estratégicos de promover uma recuperação saudável e eficiente.
Proponho, no que se refere à prevenção, a volta das Oficinas Culturais, das Escolinhas de Esporte e dos Cursinhos Populares nos bairros, perto das casas e do olhar das famílias. Se eleita, apresentarei projetos de Lei que estimulem qualificação profissional e investimentos do município na Economia Criativa da Cultura (saiba mais sobre o assunto na próxima postagem). Veja as áreas de atuação desse novo mercado:
Minha proposta é incentivar, por meio de leis municipais e diálogo com a prefeitura, as seguintes atividades econômicas como forma de ampliar as oportunidades de trabalho e renda da Juventude e também de preservar nossos recursos naturais (já que têm baixo impacto ambiental): Design de moda, Design gráfico, Design de interiores, Design paisagístico, Serviços de arquitetura, Serviços de publicidade, Patrimônio natural e cultural, Espetáculos e celebrações, Artes visuais e artesanato, Livros e periódicos, Audiovisual e mídias interativas, Design e serviços criativos, Museus, Sítios históricos e arqueológicos, Paisagens culturais, Patrimônio natural, Artes de espetáculo, Festas e Festivais, Feiras, Pintura, Escultura, Fotografia, Artesanato, Livros, Jornais e revistas, Outros materiais impressos, Bibliotecas (incluindo as virtuais), Feiras do livro, Cinema e vídeo, Tv e rádio (incluindo internet), Internet podcasting, Video-games (incluindo onlines)
Amanhã falarei com vocês sobre a Economia Criativa da Cultura e propostas para a Sustentabilidade da cidade.
Grande abraço e vamos à luta!
24 de abr. de 2012
24 de Abril- Dia internacional do Jovem Trabalhador
Um dia especial para os jovens que trabalham com garra conquistando confiança e credibilidade.
A constituição brasileira, por meio da Emenda n 20, de 1998, proíbe a realização de qualquer trabalho por menores de 16 anos, exceto na condição de aprendizes, a partir dos 14 anos. Por sua vez, o Estatuto da Criança e do Adolescente, em vigor desde 1990, exige o acesso e a frequência obrigatória no ensino regular e que as atividades exercitórias sejam compatíveis com o desenvolvimento dos jovens.
A juventude brasileira demonstra interesse pela carreira, mas nem sempre as empresas concedem oportunidades. O grande problema enfrentado pelos jovens na hora de se candidatar a uma vaga de emprego é a valorização da experiencia, que despreza o fato de que eles estão dando os primeiros passos na vida profissional.
O dia internacional do Jovem Trabalhador procura romper preconceitos sobre a contratação de funcionários sem experiencia. O jovem tem muito a acrescentar ao mercado de trabalho, sobretudo com novas ideias que podem contribuir e acrescentar ao mercado de trabalho
23 de abr. de 2012
Programa "Em Ação" sobre Juventude e Campanha contra o Toque de Recolher: mais investimentos e oportunidades, menos repressão.
Olá, amig@s.
Amanhã (24/04), começa em Araraquara uma campanha que a defensoria Pública de SP promove contra a proposta de Toque de Recolher para crianças e adolescentes em todo o Estado. Aqui na nossa cidade o evento está previsto para começar as 18h30min no Anfiteatro do Externato Santa Teresinha, região central.
Eu tenho posição muito clara em relação a isso e sempre externei minha contrariedade a este tipo de medida. Isso porquê o ECA - Estatuto da Criança e do Adolescente - já prevê em seu artigo 101 que situações de abandono ou negligência no cuidado de menores pelos pais ou responsáveis é passível de punição, isto é, podem ser punidos pela Justiça. Portanto, uma criança ou adolescente desacompanhado dos responsáveis em situações de risco ou de vulnerabilidade, configura negligência ou até mesmo de abandono.
O que faltam são mecanismos de fiscalização de efetiva aplicabilidade da Lei, que a proposta do Toque não resolve. Mais ainda, o ECA prevê além dessas situações de RESPONSABILIZAÇÃO das famílias a RESPONSABILIDADE DO PODER PÚBLICO na garantia de direitos. Isso implica mais investimentos em políticas públicas e programas que garantam oportunidades de desenvolvimento, de lazer, de educação, de saúde e de segurança a esse segmento. Mas isso não é cumprido e a Lei do Toque não ajuda em nada nessa questão.
Ao contrário, o que temos aqui é uma FALSA sensação de segurança ou de que algo está sendo feito. Aqui em Araraquara programas reconhecidamente exitosos como o Arco-íris, as Oficinas Culturais e Escolinhas de Esporte DESCENTRALIZADAS, o Reciclando Vidas, entre outros, foram extintos ou minguados de tal forma que já não cumprem mais o papel da inclusão social e da sociabilidade que cumpriam. Os investimentos, nosso dinheiro suado de impostos, para esse público, foram reduzidos. Muitas vezes, o maior risco para as crianças e adolescentes está dentro de casa, com pais que consomem drogas ou álcool, que agridem verbal ou fisicamente seus filhos, que os exploram ou os deseducam. Portanto, um simples "Toque" que os obriguem a voltar pra casa sem nada mais não me parece algo que realmente venha contribuir para melhorar o convívio em sociedade ou trazer mais segurança às crianças e às famílias. Às vésperas das eleições, me soa mais como mero oportunismo para enganar a sociedade e vender a ideia de que há preocupação ou compromisso dos atuais governantes. Nada além disso.
Chega de enganação, né?!
Pra finalizar, compartilho com voces o vídeo do programa Em Ação, comandado pelo deputado Edinho Silva, onde eu e o Padre Jorge participamos falando sobre Juventude. Assuntos como Consumo Responsável, Drogas e Violência, Participação Política e Igreja foram abordados. Assistam à entrevista, compartilhem e deixem sua opinião.
Uma boa semana a todos e nos vemos amanhã no lançamento da Campanha!
Amanhã (24/04), começa em Araraquara uma campanha que a defensoria Pública de SP promove contra a proposta de Toque de Recolher para crianças e adolescentes em todo o Estado. Aqui na nossa cidade o evento está previsto para começar as 18h30min no Anfiteatro do Externato Santa Teresinha, região central.
Eu tenho posição muito clara em relação a isso e sempre externei minha contrariedade a este tipo de medida. Isso porquê o ECA - Estatuto da Criança e do Adolescente - já prevê em seu artigo 101 que situações de abandono ou negligência no cuidado de menores pelos pais ou responsáveis é passível de punição, isto é, podem ser punidos pela Justiça. Portanto, uma criança ou adolescente desacompanhado dos responsáveis em situações de risco ou de vulnerabilidade, configura negligência ou até mesmo de abandono.
O que faltam são mecanismos de fiscalização de efetiva aplicabilidade da Lei, que a proposta do Toque não resolve. Mais ainda, o ECA prevê além dessas situações de RESPONSABILIZAÇÃO das famílias a RESPONSABILIDADE DO PODER PÚBLICO na garantia de direitos. Isso implica mais investimentos em políticas públicas e programas que garantam oportunidades de desenvolvimento, de lazer, de educação, de saúde e de segurança a esse segmento. Mas isso não é cumprido e a Lei do Toque não ajuda em nada nessa questão.
Ao contrário, o que temos aqui é uma FALSA sensação de segurança ou de que algo está sendo feito. Aqui em Araraquara programas reconhecidamente exitosos como o Arco-íris, as Oficinas Culturais e Escolinhas de Esporte DESCENTRALIZADAS, o Reciclando Vidas, entre outros, foram extintos ou minguados de tal forma que já não cumprem mais o papel da inclusão social e da sociabilidade que cumpriam. Os investimentos, nosso dinheiro suado de impostos, para esse público, foram reduzidos. Muitas vezes, o maior risco para as crianças e adolescentes está dentro de casa, com pais que consomem drogas ou álcool, que agridem verbal ou fisicamente seus filhos, que os exploram ou os deseducam. Portanto, um simples "Toque" que os obriguem a voltar pra casa sem nada mais não me parece algo que realmente venha contribuir para melhorar o convívio em sociedade ou trazer mais segurança às crianças e às famílias. Às vésperas das eleições, me soa mais como mero oportunismo para enganar a sociedade e vender a ideia de que há preocupação ou compromisso dos atuais governantes. Nada além disso.
Chega de enganação, né?!
Pra finalizar, compartilho com voces o vídeo do programa Em Ação, comandado pelo deputado Edinho Silva, onde eu e o Padre Jorge participamos falando sobre Juventude. Assuntos como Consumo Responsável, Drogas e Violência, Participação Política e Igreja foram abordados. Assistam à entrevista, compartilhem e deixem sua opinião.
Uma boa semana a todos e nos vemos amanhã no lançamento da Campanha!
28 de mar. de 2012
Jovem em Araraquara não é levado a sério
“Só cheguei onde cheguei porque não subestimei a minha geração.” (Criolo)
Segunda-feira, dia 26 de março, deveria ter acontecido o Orçamento Participativo da Juventude, anunciado para as 19 horas no Teatro Wallace. Cheguei por volta das 20 horas e encontrei o Teatro fechado, estranhei e fui até a Casa da Cultura saber se a confusão do local ou data era minha. Encontrei o presidente do Conselho da Juventude ali que me relatou, completamente indignado, o que aconteceu. Vejam vocês o nível do descaso e descaramento daqueles que têm a obrigação de responder às demandas desse segmento que em Araraquara representa 32% da população (entre 15 e 29 anos). Os assessores do OP, cargos de confiança do prefeito pagos com seu dinheiro, chegaram ao local as 19h e encerraram o processo as 19:30h. Entre eles mesmos, elegeram um campo de futebol num bairro da cidade como prioridade de investimentos, na ordem de 200 mil reais, em nome dos jovens da nossa cidade. As 19:40h chegou um ônibus com estudantes da escola pública João Pires de Camargo, convidados pelo assessor de Juventude do município, e deram com a cara na porta. Teatro fechado e processo encerrado, suas vozes, demandas, anseios e propostas foram sufocadas. As reais necessidades a serem debatidas com e entre a Juventude foram ignoradas por pessoas despreparadas e preguiçosas, sem um pingo de respeito pelo trabalho que deveriam fazer. Quando criamos a Assessoria de Juventude, o Conselho Municipal de Juventude e o Orçamento Participativo da Juventude no governo do ex-prefeito Edinho, do PT, tínhamos como objetivo proporcionar espaços de discussão e poder de decisão sobre investimentos onde a própria Juventude fosse representante de seus interesses. Esse processo estava em constante aprimoramento e a perspectiva do protagonismo juvenil, da auto-organização e das relações em rede eram os nortes que pautavam as nossas ações. Desde que o prefeito Barbieri assumiu, as necessidades da Juventude foram constantemente ignoradas e sua voz, silenciada. Inúmeras situações expressam o conservadorismo e preconceito do atual governo no que se refere ao trato com os jovens, entre eles destaco desde a nomeação de pessoas sem qualquer preparo para o cargo em exercício à eleição ilegal do Conselho da Juventude, à violência praticada na última Conferência Municipal de Juventude, a proposta covarde de Toque de Recolher e à não realização DE NENHUMA DAS PRIORIDADES ELEITAS no OP da Juventude. NENHUMA! Conversei com todos os jovens que foram para a reunião do OP nesta segunda e me surpreendeu o nível de interesse e de capacidade de propor alternativas às suas necessidades. Não permitir a sua participação e retirar o direito de decidirem o que desejam por si mesmos é lamentável e digno de repúdio. Tive o prazer de participar do programa “Em Ação”, comandado pelo dep. Edinho Silva na TV Circulando, onde falamos justamente sobre Juventude. Vai ao ar em abril e assim que subir o vídeo posto aqui. Debatemos a pautei justamente isso, nunca tivemos em nossa história tantos jovens conscientes e engajados em lutas sociais, o que precisa é que o Estado reconheça nesses jovens parceiros fundamentais para a formulação e execução de ações que de fato dialoguem com suas necessidades. Em Araraquara, infelizmente, retrocedemos e lamento ver muito dessa galera, cheia de sonhos e idéias, não ter oportunidade para expressar seu desejo, não ter apoio para desenvolver seus projetos e perder de vez a perspectiva de que a política pode sim ser um meio para melhorar sua condição de vida. Termino hoje com esse somzaço do Charlie Brown e Negra Li o qual faço alusão no título do texto e reflete exatamente a forma como o governo de Araraquara vem tratando sua juventude.
6 de fev. de 2012
Premio Agente Jovem: Juventude e Cultura juntos! Participem
Atenção galera da Cultura: foi prorrogado até 29 de fevereiro o prazo para envio de projetos. Botem no papel a correria de voces e enviem. A participação já conta, pois se não tiver demanda, vão reduzir as verbas desse prêmio. Além disso, vcs tem chance real de levar. Divulguem e se inscrevam. Esse prêmio é uma parceria do Ministério da Cultura e Secretaria de Juventude do governo federal.
Acessem o link abaixo e leiam o edital. Está fácil participar!!
13 de out. de 2011
Programação Festival Gaia
Galera, fiquem atentos na Programação do Festival Gaia - Festival de Artes e Meio Ambiente realizado pelo Colméia Cultural, um coletivo de cultura de Araraquara que integra o Circuito Nacional Fora do Eixo.
Sexta-Feira 14 de outubro
17h00 Roda de Mulheres
com Juliana Vergueiro
18h00 Oficina de transmissão de Web Rádio
com Coletivo Bomani
18h00 Cobertura Colaborativa
19h50 Samba de Côco
com grupo Cocada Preta – Araraquara/SP
20h30 CineClube GAIA
20h50 Dança – Sobre Todos Nós
com grupo Gestus – Araraquara/SP
23h30 Intervenções Pirofágicas
com Trapo di Trupe – São Carlos/SP
21h30 Bandas
Sub Loco e Malditas Ovelhas! – São Carlos/SP
The Vain – Taubaté/SP
Tina Thunder – Sorocaba/SP
Tião Duá – Belo Horizonte/MG
Macaco Bong – Cuiabá/MT
Sábado 15 de Outubro
9h00 Prática de Yoga e Relaxamento
com Marcella Zamarioli
10h00 Fórum Municipal de Economia Solidária
10h00 Roda de Conversa sobre Permacultura
13h30 Oficina de Compostagem
14h00 Encontro Nós Ambiente
14h00 Vivência com grupo Gestus
17h00 Circo – A Fruta e a Água
com Trupe TÁ-DÁ – Rio Claro/SP
17h30 Teatro – Bruta Flor
com Cia. Magnólia – Araraquara/SP
19h20 Dança – Sim, pela cintura
com Mais um grupo de Dança – Campinas/SP
19h50 CineClube GAIA
20h10 Teatro – Sobre os Amores da Terra
com alunos da Escola Livre de Teatro de Santo André
20h55 CineClube GAIA
21h20 Dança – Viral
com grupo Gestus – Araraquara/SP
23h00 Dança – África para dentro
com Cia. Caipira de Dança – Araraquara/SP
1h00 Dança – O Pescador
com o bailarino Roberto Marcondes
22h Bandas
Arido Groove (Discotecagem) -
Atmosfera Lunar – Franca/SP
Vandaluz – Patos de Minas/MG
Visitantes – São Paulo/SP
Mugo – Goiânia/GO
Local: A.A.B.B.
Segue o link para mais informções: http://www.festivalgaia.com.br/
Sexta-Feira 14 de outubro
17h00 Roda de Mulheres
com Juliana Vergueiro
18h00 Oficina de transmissão de Web Rádio
com Coletivo Bomani
18h00 Cobertura Colaborativa
19h50 Samba de Côco
com grupo Cocada Preta – Araraquara/SP
20h30 CineClube GAIA
20h50 Dança – Sobre Todos Nós
com grupo Gestus – Araraquara/SP
23h30 Intervenções Pirofágicas
com Trapo di Trupe – São Carlos/SP
21h30 Bandas
Sub Loco e Malditas Ovelhas! – São Carlos/SP
The Vain – Taubaté/SP
Tina Thunder – Sorocaba/SP
Tião Duá – Belo Horizonte/MG
Macaco Bong – Cuiabá/MT
Sábado 15 de Outubro
9h00 Prática de Yoga e Relaxamento
com Marcella Zamarioli
10h00 Fórum Municipal de Economia Solidária
10h00 Roda de Conversa sobre Permacultura
13h30 Oficina de Compostagem
14h00 Encontro Nós Ambiente
14h00 Vivência com grupo Gestus
17h00 Circo – A Fruta e a Água
com Trupe TÁ-DÁ – Rio Claro/SP
17h30 Teatro – Bruta Flor
com Cia. Magnólia – Araraquara/SP
19h20 Dança – Sim, pela cintura
com Mais um grupo de Dança – Campinas/SP
19h50 CineClube GAIA
20h10 Teatro – Sobre os Amores da Terra
com alunos da Escola Livre de Teatro de Santo André
20h55 CineClube GAIA
21h20 Dança – Viral
com grupo Gestus – Araraquara/SP
23h00 Dança – África para dentro
com Cia. Caipira de Dança – Araraquara/SP
1h00 Dança – O Pescador
com o bailarino Roberto Marcondes
22h Bandas
Arido Groove (Discotecagem) -
Atmosfera Lunar – Franca/SP
Vandaluz – Patos de Minas/MG
Visitantes – São Paulo/SP
Mugo – Goiânia/GO
Local: A.A.B.B.
Segue o link para mais informções: http://www.festivalgaia.com.br/
Jovens são os que mais sofrem com desemprego
Criatividade e Cultura: chave de acesso ao trabalho digno e libertador
Dados do IPEA divulgados no último dia 16 confirmam uma realidade preocupante: jovens são os que mais sofrem com desemprego. O estudo, que mostra a percepção dos brasileiros sobre mercado de trabalho e qualificação profissional, compõe o Sistema de Indicadores de Percepção Social – trabalho e renda*. Segundo a pesquisa, as principais razões que levam os jovens (grupo considerado entre 18 e 29 anos) a manter-se na inatividade são: o baixo salário oferecido, não ter com quem deixar criança/idoso/deficiente, trabalho doméstico e, sobretudo, a falta de qualificação ou experiência. Quando perguntados se, caso recebessem uma proposta, aceitariam o emprego, responderam que sim 84,21% dos homens e 73,71% das mulheres jovens. Quanto ao grupo de desempregados, os dados são ainda mais alarmantes: embora a população jovem componha cerca de apenas 30% da amostra, corresponde a 54% dos desempregados. Nesse grupo, a falta de qualificação é apontada como a principal razão do desemprego.
Em Araraquara, o Mapa da Juventude, pesquisa de comportamento sobre o jovem araraquarense realizada pela Assessoria de Juventude em 2007, revela que 46,5% dos jovens estavam desempregados e em busca de emprego. Ainda que se revele um quadro local mais favorável em comparação aos dados nacionais, é preciso considerar possível defasagem nos dados (uma vez que não é público algum trabalho de atualização desses dados após quatro anos) e também o perfil socioeconômico da nossa região comparada à imensa diversidade brasileira.
Assim, a baixa escolaridade, somada à falta de experiência e qualificação profissional é uma combinação nefasta que tem empurrado cada vez mais a maioria da população jovem às margens da vida produtiva ou, quando inserida, de forma precária e com poucas perspectivas de ascensão social.
Este quadro é um desafio imenso a ser enfrentado pelo país e requer medidas inovadoras. Além do aumento da oferta de qualificação profissional direcionada ao mercado de trabalho tradicional, fortalecido sobretudo pelo boom na construção civil e no setor de serviços, a chamada “Economia da Cultura” pode e deve ser uma alternativa considerada pelo poder público como estratégica para a superação desse quadro. Pesquisas recentes, realizadas pelo IPEA sobre a geração de emprego no setor cultural, indicam que esse segmento é um importante componente do mercado de trabalho e possui dinamismo e potencial ainda não explorado sistematicamente para gerar ainda mais empregos, renda e bens simbólicos.
A economia da cultura é uma das que mais cresce no mundo e no Brasil já representa cerca de 7% do PIB. Ela engloba as indústrias culturais (editorial, fonográfica e audiovisual); a mídia (jornais, rádio e TV); as expressões da cultura (artes cênicas, artes visuais, literatura, música, cultura popular); as instituições culturais (museus, arquivos, bibliotecas e centros culturais), os eventos, festas e exposições; outras atividades criativas como a publicidade, a arquitetura e o design (gráfico, de produtos, da moda e de interiores), além do turismo cultural.
Essa economia é baseada num recurso praticamente inesgotável - a criatividade -, e tem forte impacto sobre o desenvolvimento de novas tecnologias.** Considerar as potencialidades desse vetor econômico como eixo estruturante nas políticas de acesso ao mundo do trabalho pela Juventude é ainda mais promissor quando se constata que a economia da cultura reflete em benefícios para além das atividades em si, uma vez que seus efeitos criam lazer e bem-estar, fortalecem os vínculos de sociabilidade, contribuem com a educação, com a saúde, com o desenvolvimento econômico em geral. Portanto, resultam em mais qualidade de vida. Trata-se de uma área abrangente e extremamente atraente para o jovem, como também é possível identificar em nível local a partir de uma leitura detalhada do Mapa da Juventude.
É preciso que os governos federal, estaduais e municipais considerem com mais prioridade a relação entre Economia da Cultura, Juventude e Desemprego, e invistam financeira e politicamente no jovem como sujeito potencial das políticas inovadoras.
*Fonte: ipea.gov.br
** Fonte: Texto base da II Conferência Nacional de Cultura
Dados do IPEA divulgados no último dia 16 confirmam uma realidade preocupante: jovens são os que mais sofrem com desemprego. O estudo, que mostra a percepção dos brasileiros sobre mercado de trabalho e qualificação profissional, compõe o Sistema de Indicadores de Percepção Social – trabalho e renda*. Segundo a pesquisa, as principais razões que levam os jovens (grupo considerado entre 18 e 29 anos) a manter-se na inatividade são: o baixo salário oferecido, não ter com quem deixar criança/idoso/deficiente, trabalho doméstico e, sobretudo, a falta de qualificação ou experiência. Quando perguntados se, caso recebessem uma proposta, aceitariam o emprego, responderam que sim 84,21% dos homens e 73,71% das mulheres jovens. Quanto ao grupo de desempregados, os dados são ainda mais alarmantes: embora a população jovem componha cerca de apenas 30% da amostra, corresponde a 54% dos desempregados. Nesse grupo, a falta de qualificação é apontada como a principal razão do desemprego.
Em Araraquara, o Mapa da Juventude, pesquisa de comportamento sobre o jovem araraquarense realizada pela Assessoria de Juventude em 2007, revela que 46,5% dos jovens estavam desempregados e em busca de emprego. Ainda que se revele um quadro local mais favorável em comparação aos dados nacionais, é preciso considerar possível defasagem nos dados (uma vez que não é público algum trabalho de atualização desses dados após quatro anos) e também o perfil socioeconômico da nossa região comparada à imensa diversidade brasileira.
Assim, a baixa escolaridade, somada à falta de experiência e qualificação profissional é uma combinação nefasta que tem empurrado cada vez mais a maioria da população jovem às margens da vida produtiva ou, quando inserida, de forma precária e com poucas perspectivas de ascensão social.
Este quadro é um desafio imenso a ser enfrentado pelo país e requer medidas inovadoras. Além do aumento da oferta de qualificação profissional direcionada ao mercado de trabalho tradicional, fortalecido sobretudo pelo boom na construção civil e no setor de serviços, a chamada “Economia da Cultura” pode e deve ser uma alternativa considerada pelo poder público como estratégica para a superação desse quadro. Pesquisas recentes, realizadas pelo IPEA sobre a geração de emprego no setor cultural, indicam que esse segmento é um importante componente do mercado de trabalho e possui dinamismo e potencial ainda não explorado sistematicamente para gerar ainda mais empregos, renda e bens simbólicos.
A economia da cultura é uma das que mais cresce no mundo e no Brasil já representa cerca de 7% do PIB. Ela engloba as indústrias culturais (editorial, fonográfica e audiovisual); a mídia (jornais, rádio e TV); as expressões da cultura (artes cênicas, artes visuais, literatura, música, cultura popular); as instituições culturais (museus, arquivos, bibliotecas e centros culturais), os eventos, festas e exposições; outras atividades criativas como a publicidade, a arquitetura e o design (gráfico, de produtos, da moda e de interiores), além do turismo cultural.
Essa economia é baseada num recurso praticamente inesgotável - a criatividade -, e tem forte impacto sobre o desenvolvimento de novas tecnologias.** Considerar as potencialidades desse vetor econômico como eixo estruturante nas políticas de acesso ao mundo do trabalho pela Juventude é ainda mais promissor quando se constata que a economia da cultura reflete em benefícios para além das atividades em si, uma vez que seus efeitos criam lazer e bem-estar, fortalecem os vínculos de sociabilidade, contribuem com a educação, com a saúde, com o desenvolvimento econômico em geral. Portanto, resultam em mais qualidade de vida. Trata-se de uma área abrangente e extremamente atraente para o jovem, como também é possível identificar em nível local a partir de uma leitura detalhada do Mapa da Juventude.
É preciso que os governos federal, estaduais e municipais considerem com mais prioridade a relação entre Economia da Cultura, Juventude e Desemprego, e invistam financeira e politicamente no jovem como sujeito potencial das políticas inovadoras.
*Fonte: ipea.gov.br
** Fonte: Texto base da II Conferência Nacional de Cultura
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