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7 de nov. de 2012

Desmembramentos de áreas podem voltar para a Câmara e eu com a pulga atrás da orelha


Olá amigos do Blog. Passadas as eleições, demos um respiro, mas estamos de volta. E o Se liga, Araraquara volta mais apimentado do que nunca.

Quero dividir com vocês algumas reflexões sobre um projeto de lei em pauta na Câmara que me deixou “com a pulga atrás da orelha”: determina que a aprovação de pedidos de desmembramentos de áreas voltem a ser prerrogativa dos vereadores. Digo voltem porque esta foi uma prerrogativa da Câmara durante longo longo tempo, alterada ano passado, 2011.

Para que vocês entendam, a Constituição Federal permite áreas para edificação urbana com no mínimo 125 metros quadrados, enquanto nosso Plano Diretor exige área mínima de 250 metros quadrados. É por esta diferença entre as duas legislações que os pedidos eram enviados para votação dos Vereadores na Câmara Municipal. Acima disto os pedidos já eram tratados pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano, o que passou a ocorrer também com os votados pelos Vereadores, quando aprovada a mudança.

Ressalto que a mudança nesse procedimento de desmembramento, de tirar a atribuição da Câmara e passar para a prefeitura, foi conseqüência de um estudo feito pelo Conselho Municipal de Planejamento e Política Urbana Ambiental de Araraquara (COMPUA).

Essa mudança determinou, portanto, o entendimento de que é preciso um conjunto de conhecimentos técnicos, legais e políticos, para aprovar mudanças que afetem nosso crescimento urbano como é o caso dos pedidos de desmembramentos. Determinadas áreas, por exemplo, não poderiam servir aos interesses do mercado por diversas razões, mas com propina tudo se resolve, não é? Isso em todo o Brasil, por isso a exigência federal para que todos os municípios aprovassem seus respectivos Planos Diretores.

Assim, foi com bons olhos que a bancada do PT aprovou há cerca de um ano a mudança proposta pelo executivo, tirando a responsabilidade da Câmara e passando para a Secretaria de Desenvolvimento Urbano, onde se pressupõe o trabalho de funcionários capacitados para essas avaliações. Essa mudança foi coerente com o Plano Diretor e reconhecemos ter sido um bom projeto do governo Barbieri.

A Pulga atrás da orelha

Vejam vocês, entretanto, que esta semana, às pressas e sem maiores esclarecimentos, a prefeitura mandou projeto à Câmara para que tudo volte a ser como antes, sob a justificativa de que "setores técnicos da Prefeitura têm verificado que os efeitos secundários da aplicação da lei refletem de modo não condizente com o crescimento ordenado da cidade, o que, obviamente, não era o propósito almejado na época da sua promulgação". Ou seja, um atestado de incompetência? Se os técnicos da prefeitura – engenheiros e arquitetos – não conseguem garantir o crescimento ordenado da cidade, são os Vereadores, cuja maioria sequer conhece o Plano Diretor, que conseguirão? A justificativa do executivo é de ordem técnica e não legal, se há dificuldades pela Secretaria, por que não aprimorar os mecanismos ao invés de retroceder nos procedimentos?

Eu, que estudei e acompanho as discussões relativas ao nosso Plano Diretor, vereadora eleita para assumir em 2013, confesso que não me sinto plenamente apta a tratar dessas matérias referentes a pedidos de desmembramentos. Será que a maioria dos próximos edis se sentem ou estão?

A defesa do vereador Paulo Maranata (PR) para aprovação do projeto foi lamentável. Num discurso de autocomiseração, afirmou que na época “aprovaram as mudanças por acreditar ser melhor, mas que os resultados mostraram que não”. Isso significa que aprovaram de orelhada um projeto enviado com aprovação do COMPUA? Ou que o projeto foi feito de orelhada sem considerar a capacidade da prefeitura? Faz apenas um ano e o projeto enviado passou pelas mãos de especialistas, difícil de engolir essa, vereador!

A defesa do vereador Ronaldo Napeloso (DEM) então, melhor ignorar! O discurso conveniente “de que era assim no governo do PT e agora vocês são contra”, só enrola e não explica. Era assim caro vereador, mas estudos do Conselho convenceram a todos que era melhor mudar. E só não muda de opinião quem tem compromisso com o erro, já dizia o querido Mário Quintana. Falando nisso, não deixa de ser curioso que enquanto secretário de governo, fora da Câmara, o vereador não tenha se posicionado contra a medida do executivo já que estava lá. E agora que volta para a Câmara, defende que a prerrogativa volte também... isso sim é contradição!

Pra mim, alguma coisa não se encaixa e a melhor maneira de encaminharmos isso é dando TRANSPARÊNCIA às discussões. Por isso, fiquei satisfeita com os encaminhamentos. Vereadores de bom senso como Márcia Lia, Édio Lopes e Carlos Nascimento (PT), Juliana Damus (PP), Dr. Lapena (PSDB) e Elias Chdiek (PMDB) votaram favoráveis ao pedido de vista (adiamento) para que a prefeitura esclareça as dúvidas dos vereadores antes do projeto voltar para a pauta. Importante destacar o posicionamento do Presidente da Câmara, Aluísio Braz, o Boi, que desempatou a votação (ficou 6 a favor e 6 contra) favorável ao pedido de vista.

Isso será importante para dirimir dúvidas (ou tirar a pulga atrás orelha) e coletivamente aprovar o que for melhor para Araraquara e seus cidadãos. Não tem problema mudar desde que os motivos sejam plausíveis e justos.

Vamos acompanhar esses debates de perto, é importante!

Termino com um som muito apropriado do Charlie Brown Jr. "Mantenha a dúvida"






21 de set. de 2012

Dilma Vana Rousseff 36ª presidente do Brasil


Dilma Vana Rousseff (Belo Horizonte, 14 de dezembro de 1947) é uma economista e política brasileira, filiada ao Partido dos Trabalhadores (PT), e a atual presidenteda República Federativa do Brasil.Durante o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, assumiu a chefia do Ministério de Minas e Energia, e posteriormente, da Casa Civil. Em 2010, foi escolhida pelo PT para se candidatar à Presidência da República na eleição presidencial, sendo que o resultado de segundo turno, em 31 de outubro, tornou Dilma a primeira mulher a ser eleita para o posto de chefe de Estado e de governo, em toda a história do Brasil.
Em 2002, participou da equipe que formulou o plano de governo de Luiz Inácio Lula da Silva para a área energética. Posteriormente, nesse mesmo ano, foi escolhida para ocupar o Ministério de Minas e Energia, onde permaneceu até 2005, quando foi nomeadaministra-chefe da Casa Civil, em substituição a José Dirceu, que renunciara ao cargo após o chamado escândalo do mensalão.
Em 2009, foi incluída entre os 100 brasileiros mais influentes do ano, pela revista Época e, em novembro do ano seguinte, a revista Forbes classificou-a como a 16ª pessoa mais poderosa do mundo. Em 2011 estava incluida na lista das 100 personalidades mais influentes do planeta pela revista Time, como a terceira mulher mais poderosa do planeta e 22ª pessoa mais poderosa do mundo pela Forbes. Ainda, recebeu o Woodrow Wilson Award, dedicados a líderes de governos dedicados a melhorar a qualidade de vida de seu país e ao redor do mundo.
Rousseff foi a primeira mulher a abrir a Assembleia-Geral da ONU em 2011 que foi realizada em Nova Iorque.


20 de set. de 2012

Zélia Cardoso de Mello foi a primeira e unica até agora mulher ministra da Fazenda


Zélia Maria Cardoso de Mello (São Paulo, 20 de setembro de 1953) é uma economista brasileira.
Formada pela Universidade de São Paulo, Zélia foi a primeira—e até agora a única—mulher a ocupar o cargo de ministra da Fazenda, empossada em 15 de março de 1990 na posse de Fernando Collor na Presidência e deixou o ministério em 10 de maio de 1991. Zélia foi a mentora intelectual do Plano Collor, adotado pelo então presidente Collor; foram nomeados por Zélia os economistas Antônio Kandir e Ibrahim Eris. Segundo a revista Isto é Dinheiro, foi a mulher que mais acumulou poder em toda história republicana.
Com Zélia Cardoso de Mello, o Brasil conheceu uma época de mudanças, marcando "uma revolução"  em vários níveis da administração pública e na macroeconomia: privatização, abrindo-se pela primeira vez às importações, modernização industrial e tecnológica, redução da dívida do setor público, controle da hiperinflação e uma explosão na demanda.O Plano Collor foi seguido pelos governos sucessores como por exemplo na esfera das privatizações; durante o Governo FHC: o valor de mercado da Vale do Rio Doce, era de R$ 8 bilhões em 1996 e, uma década depois, vale mais de R$ 160 bilhões. A Embraernem surgia entre as empresas com maior valor de mercado e, hoje, é avaliada em R$ 17 bilhões e a terceira maior fabricante de jatos do mundo.
Em 1976/77 foi economista na Companhia Estadual de Casas Populares (CECAP) (São Paulo). Foi analista senior do Banco Auxiliar de São Paulo (1977/78) e consultora da empresa Dummont Assessoria e Planejamento SC Ltda, (São Paulo, 1978). Em 1981/82 atuou como economista junto à Embaixada do Brasil em Londres. Integrou o Conselho Fiscal da Companhia Energética Paulista (CESP) (1983/1987) e assumiu a Diretoria Financeira administrativa da Companhia de Desenvolvimento Habitacional de São Paulo (1984/1986), ambos os cargos no governo Franco Montoro.

14 de set. de 2012

Maria Pio de Abreu primeira candidata a presidência da Republica


Em 1989, ocorre a primeira candidatura de uma mulher para a presidência da República. A candidata era Maria Pio de Abreu, do PN (Partido Nacional).

Em 1989, depois de quase 30 anos sem eleições diretas para presidente da República, 22 candidatos apresentaram-se para concorrer ao cargo. Entre eles, a advogada mineira Lívia Maria Lêdo Pio de Abreu, do Partido Nacionalista. Foi, portanto, a primeira mulher a concorrer à Presidência do Brasil.

A Dra. Lívia ficou em 16º. lugar, com 179.925 votos, o equivalente a 0,25% do total. O mais votado foi Fernando Collor, do PRN. O último, Manuel Horta, do PC do B.

Fonte

10 de set. de 2012

Luiza Erundina primeira prefeita de São Paulo

Luiza Erundina de Sousa (Uiraúna, Paraíba, 30 de novembro de 1934) é uma assistente social e política brasileira. Atualmente Erundina exerce o cargo de Deputada Federal pelo estado de São Paulo, pertencendo à bancada do PSB. Ganhou notoriedade nacional quando foi eleita a primeira prefeita e representando um partido de esquerda em São Paulo, em 1988.

Luiza Erundina foi prefeita do município de São Paulo entre 1989 e 1993, eleita pelo PT.
Nasceu no dia 30 de novembro de 1934 na cidade de Uiraúna, PB. É a sétima de dez filhos de um artesão de selas e arreios de couro. Começa a trabalhar ainda na infância, vendendo bolos feitos pela mãe.
Na sua gestão elaborou ações importantes nas áreas de educação (o responsável pela pasta era o educador Paulo Freire, reconhecido internacionalmente) e saúde, como o aumento do salário e da capacitação dos professores da rede municipal, a melhoria na distribuição e qualidade da merenda escolar, a criação do MOVAs (Movimentos de Alfabetização, centros de alfabetização e instrução de adultos) e a implantação de serviços de fonoaudiologia e neurologia, entre outros, nos postos da cidade, além do desenvolvimento de políticas mais voltadas para a periferia.
Em 1998, bastante desgastada, Erundina transfere-se para o Partido Socialista Brasileiro (PSB); e, nesse ano, se elege deputada federal para a legislatura 1999-2003. No ano 2000, ela se candidata novamente à Prefeitura de São Paulo, mas perde a eleição para Marta Suplicy (PT). Em contrapartida, é reeleita deputada federal em 2002, para a legislatura 2003-2007, apoiando a candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência da República.
Fonte:

3 de set. de 2012

Maria Luíza Fontenele foi a primeira prefeita de capital estadual eleita


Maria Luíza Menezes Fontenelle (Quixadá, 1942) é uma política brasileira, mais conhecida por ter sido prefeita de Fortalezaentre 1986 e 1989.
Foi a primeira prefeita de capital estadual eleita pelo Partido dos Trabalhadores (PT), além de ter sido a primeira política do sexofeminino a ser eleita para tal cargo. Quando assumiu o cargo, a cidade estava em total estado de abandono e com dívidas monumentais, inclusive com atrasos na folha de pagamentos. Como se tratava da primeira administração eleita pelo voto direto, não existindo ainda a Constituição Federal de 1988, a quase totalidade de recursos da prefeitura dependia de repasses federais ou estaduais. Prova da perseguição sofrida pela prefeita foi a liberação imediata de todos os recursos para projetos da cidade, negados durante os três anos de sua gestão, para Ciro Gomes, sucessor da prefeita e, na época, afilhado político do então governador Tasso Jereissati. Todos os projetos encaminhados por Maria Luíza foram liberados quando Ciro assumiu.
Foi prefeita de um partido de oposição de esquerda que dava os seus primeiros passos (o PT), e existem indícios de que sua administração sofreu bloqueio por parte do Governo Federal, então comandado por José Sarney, e dos governos de Gonzaga Motae Tasso Jereissati, nunca ficando plenamente esclarecido este fato.
Atualmente a ex-prefeita faz parte do movimento chamado "crítica radical" na qual tece críticas ao capitalismo e ao modo como ocorre a escolha dos políticos. Prega também o boicote às eleições como forma de protesto contra o establishment político brasileiro.
Fonte:

30 de ago. de 2012

Iolanda Fleming a primeira mulher a governar um estado brasileiro.

Iolanda Ferreira Lima (Manoel Urbano, 20 de junho de 1936) é uma professora e política brasileira. Nasceu em "Vila Castelo", hoje município de Manoel Urbano. Foi governadora do Acre de 15 de maio de 1986 a 15 de maio de 1987, tendo sido a primeira mulher a governar um estado brasileiro.
Filha do seringueiro cearense Horácio Lima e da imigrante árabe Nazira Anute Lima e neta de um imigrante libanês, tenente Abdon Anuth, e viúva do deputado federal da Constituinte pelo estado do Acre, o mineiro capitão-médico e veterinário pelo exército Geraldo Reis Fleming, natural da cidade de Campanha, que apresentou emenda (inclusiva) no "Ato da Disposições Constitucionais Transitórias" que fixou os novos limites interestaduais do estado do Acre com os estados do Amazonas e de Rondônia.
Foi eleita vereadora em 1972, em Rio Branco, onde também foi eleita presidente da câmara municipal, em 1979 foi eleita deputada estadual; em seguida foi eleita vice-governadora do Acre, na chapa de Nabor Júnior, vindo a assumir a titularidade com a ida do titular para o Senado e no ano de 1988 foi eleita vice-prefeita de Rio Branco.

28 de ago. de 2012

Entrevista concedida ao Blog Café entre Amigos


Entrevista concedida a Patricia Galis do Blog Café entre Amigos dia 27 de agosto de 2012.


1) Café entre Amigos: Quando e por que decidiu criar o blog?

Gabriela- Criei o Blog há quase 1 ano porque gosto de me expressar, de interagir e desenvolver conhecimento com liberdade. Os blogs nos permitem isso.

2) Café entre Amigos: Como foi escolhido o nome?

Gabriela- O “Se liga” é um termo contemporâneo à minha geração, onde a gíria tem conquistado cada vez mais espaço na linguagem escrita e falada. Com o nome do Blog procurei associar juventude e cidade de forma séria, porém informal.

3) Café entre Amigos: Você é candidata a vereadora em sua cidade, qual a dificuldade encontrada nesse meio onde os homens são a maioria?

Gabriela- No meu caso, além das dificuldades associadas a questão de gênero, onde as mulheres ainda disputam a vida pública em condições desiguais aos homens, enfrento certo preconceito e desconfiança por ser jovem e de aparência física “positiva” aos nossos padrões. Felizmente minha formação política me permite aproveitar as vantagens que a beleza física traz, e traz na nossa sociedade, com consciência para desconstruir esses pré-conceitos, valorizando qualidades intrínsecas à natureza feminina como coragem, resistência, lealdade e sensibilidade.

4) Café entre Amigos: Qual a maior reclamação dos eleitores?

Gabriela- A descrença na política. Convencer as pessoas sobre a honestidade de nossas intenções está cada vez mais difícil devido ao sentimento de frustração que a maioria acarreta por, eleição após eleição, votar, acreditar mas não ver o retorno de tanta promessa.

5) Café entre Amigos: Qual o motivo de termos um numero tão pequeno de mulheres eleitas?

Gabriela- Os motivos são históricos e culturais. As mulheres continuam sobrecarregadas com o cuidado e a educação dos filhos, com o trabalho doméstico e pelo cuidado com eventuais idosos ou parentes debilitados em razão de alguma doença ou acidente. Além disso, mudanças na estrutura familiar, com um número cada vez maior de mulheres chefes de família e o acúmulo da tripla jornada de trabalho, são condições que inviabilizam a participação e presença das mulheres nos espaços públicos, na vida pública de forma geral. Felizmente, esse quadro começa a se reverter no Brasil.

6) Café entre Amigos: Quais foram as pessoas que inspiraram você a seguir este caminho?

Tenho muitas referências, de teóricas à práticas. Alguns professores foram fundamentais pra que eu me engajasse na política, ainda que muitos deles nem tenham conhecimento disso. Mais do que pessoas, foram situações e idéias que me inspiraram e ainda inspiram.

7) Café entre Amigos: Qual o maior problema que enfrentará se for eleita?

Gabriela- De forma geral, minhas propostas e o sentido da minha candidatura apontam para uma renovação que extrapola a novidade de um nome novo. Defendo renovação de idéias, de posturas, de método de se exercer a política, o poder. O maior problema a ser enfrentado é superar a lógica tradicional e conservadora da política em Araraquara.

Responda depois dos pontinhos:

-Politica é...... 
um meio de aprofundar a miséria ou promover a libertação das pessoas.
-O Brasil dos meus sonhos.....
é um país justo, democrático e sem preconceitos, com respeito a todos os cidadãos, aos animais e aos nossos recursos naturais.
-Jamais faria....... 
desistir sem tentar.
-Um dia perfeito começa...... 
com uma noite de sono bem dormida.
-Sinto saudades...... 
da minha adolescência.
-Perco a paciência se....... 
me sentir traída.
-Nunca consegui fazer.... 
tocar algum instrumento musical.
-A morte é.... 
dor, o desconhecido.
-Felicidade.... 
é simplicidade.
-Amor.... 
o sentimento mais poderoso que existe.
-Deus....
está em mim, em nós, em tudo.
-Família....
aprendi a valorizar. É fundamental.
-Solidão... 
é o mal do século (como dizia Renato Russo).
-Tenho medo... 
daquilo que não consigo e não posso controlar.
-Se não for eleita... 
continuarei minha luta e militância. Mandatos são meios e não fim.
-A maior virtude de uma pessoa é... 
a capacidade de se conhecer e de se ver no outro.
-O pior sentimento é...
egoísmo.
-O que encontro na sua bolsa? 
Batom, muitos papeizinhos e celular.
-O que não pode faltar na sua geladeira? 
Leite e doce.
-Uma frase... 
“Conhece-te a ti mesmo”.
-Gabriela por Gabriela...
impaciente, controladora, corajosa, simples, leal, bem humorada.
-A maior conquista da minha vida......... 
foi conseguir me levantar quando caí.
-O dinheiro não compra.... 
dignidade e caráter.

26 de ago. de 2012

Esther de Figueiredo Ferraz primeira mulher ministra de Estado no Brasil.

Esther de Figueiredo Ferraz (São Paulo, 6 de fevereiro de 1915 — 23 de setembro de 2008) foi uma advogada e professora brasileira, secretária de Estado em São Paulo, e a primeira mulher ministra de Estado no Brasil.
Foi a primeira mulher a ocupar uma cadeira na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), em 1949, tendo sempre feito parte da sua "Comissão de Ética"; e foi também a primeira ministra de Estado brasileira.

Foi membro do Conselho Estadual de Educação de São Paulo, de 1963 a 1964, no governo de Ademar de Barros, e do Conselho Federal de Educação, entre 1969 e 1982.
Em 1966 a 1967 foi diretora do Ensino Superior do Ministério da Educação e Cultura, durante o governo do presidente da República, Marechal Humberto de Alencar Castelo Branco.
Durante o governo de Laudo Natel, em São Paulo, de 1971 a 1975, foi secretária da educação.
Foi a primeira reitora da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Membro da Academia Paulista de Letras. Primeira mulher a dar aulas na Universidade de São Paulo, a USP.
Foi a primeira mulher a possuir um cargo de ministra no Brasil, ocupando a pasta da Educação no governo do general João Figueiredo, de 24 de agosto de 1982 a 15 de março de1985.
No Ministério da Educação e Cultura, ela regulamentou a emenda que estabeleceu percentuais mínimos obrigatórios para a aplicação na educação dos recursos arrecadados emimpostos.
Promoveu uma reforma universitária que aperfeiçoou os planos de carreira para professores e defendeu a criação das escolas técnicas federais.
Ao comemorar seus 90 anos, recebeu do Centro Universitário da Cidade do Rio de Janeiro o título de Doutor Honoris Causa, do reitor Paulo Alonso, em solenidade marcada pela emoção, em seu apartamento de São Paulo, cercada por amigos e familiares. Lúcida e bem disposta, Esther, de improviso, fez um discurso que emocionou a todos. Paulo Alonso falou da amizade que o unia à educadora, destacando sua "generosidade, simplicidade, o saber servir, profissionalismo, pioneirismo e, sobretudo, sua meiguice e docilidade". Falou, ao encerrar, que o fato de ter tido a oportunidade de conviver com Esther fez com que aprendesse muito ao longo de sua carreira: "Foi a professora Esther quem me ensinou muito do que sei e foi ela, do alto da sua sabedoria, que me fez refletir sobre a educação com mais profundidade. A professora Esther será sempre uma pessoa extremamente querida e ficará para sempre guardada na minha memória e no meu coração. Como ministra da Educação, foi essencial para colocar a educação na agenda do Brasil".

21 de ago. de 2012

Eunice Michiles primeira mulher senadora do Brasil

Eunice Mafalda Berger Michiles (São Paulo, 10 de julho de 1929) é uma professora e política brasileira que representou o Amazonas no Congresso Nacional. Foi primeira mulher ocupar um lugar no Senado Federal, em 1979.

Biografia

Filha de Teófilo Berger e Edite Berger, adotou novo sobrenome ao casar com Darci Augusto Michiles. Comerciária, funcionária pública e professora primária, estudou no Colégio Adventista Brasileiro e em 1947 lecionou na Escola de Aplicação da Escola Normal Adventista de São Paulo e lá permaneceu um ano concluindo o curso normal. Após casarmudou-se para Maués, Amazonas, onde sua experiência em educação a fez lecionar e ocupar cargos de direção no Grupo Escolar Santina Filizola, no Ginásio de Maués, na Escola Normal e no Serviço Municipal de Educação (1958-1962).
Membro do diretório regional da ARENA foi eleita deputada estadual em 1974 e candidata a senadora por uma sublegenda sendo eleita primeira suplente de João Bosco de Lima.[2] Com a morte do titular logo no início da legislatura, deixou a Secretaria do Trabalho e Ação Social do governo José Lindoso e foi efetivada,[3] transferindo-se para o PDScom o retorno ao pluripartidarismo.

No Senado Federal

Com sua posse finalmente a mulher chegou ao Senado Federal mediante um processo eletivo visto que a Princesa Isabel foi senadora por direito dinástico durante o Império. Em1990 chegam à Câmara Alta pelo voto direto as senadoras Júnia Marise (Minas Gerais) e Marluce Pinto (Roraima) e desde então pelo menos uma mulher obtém uma cadeira senatorial a cada eleição. A passagem de Eunice Michiles pelo parlamento foi marcada pela criação do Movimento da Mulher Democrática Social (MMDS) e pelo voto em Tancredo Neves no Colégio Eleitoral.
Eleita deputada federal pelo PFL em 1986 integrou a Assembleia Nacional Constituinte que elaborou a Constituição de 1988, mas não obteve êxito ao disputar a reeleição pelo PDC em 1990. Escolhida conselheira do Tribunal de Contas do Amazonas, foi vice-presidente do colegiado até aposentar-se por idade em 1999.
Residente em Brasília é mãe de Humberto Michiles, que foi deputado estadual, prefeito de Maués e deputado federal pelo Amazonas. Tem mais três filhos.
Fonte: